quarta-feira, 8 de maio de 2013

FOTOS MÓDULO PADRÃO 






MÉTODOS PARA OBTER PADRÕES 

A partir de um mesmo módulo podemos obter vários padrões, através de diferentes organizações e composições. Os vários processos para obter um padrão são:
  

Considera este módulo como exemplo








TRANSLAÇÂO/REPETIÇÂO

Quando repetes o módulo ao longo de toda a grelha de base mantendo sempre a mesma posição.





ROTAÇÃO

Quando fazes rodar o módulo em torno de um ponto da grelha, preenchendo assim a totalidade da grelha.




SIMETRIA
Quando repetes o módulo, pelo efeito de espelho em todos os eixos da grelha.






ASSIMETRIA
Quando repetes o módulo ao acaso sobre a grelha.




MÓDULO PADRÃO                
A cada elemento de uma estrutura que serve de unidade básica, e se repete, chamamos Módulo. O módulo é gerador de um padrão.

O Padrão visual é um conjunto de formas organizadas (módulos) seguindo uma determinada estrutura, que lhe sirva de base. O padrão organiza-se pela repetição do módulo de uma forma organizada.   

 Quando falamos de estrutura modulada, temos de considerar as formas geométricas. As estruturas mais simples, que dão lugar a padrões, são as formadas por triângulos equiláteros e quadrados.


O exemplo mais vulgar de uma estrutura modulada natural, são os favos de uma colmeia. O alvéolo hexagonal é o elemento que se repente segundo uma regra para formar um conjunto, podemos por isso chamar módulo ao alvéolo, e padrão aos favos da colmeia. 
O módulo é assim o elemento base dos padrões. Os azulejos são uma das utilizações mais usuais do módulo visual .  





Foi um poeta e escritor dinamarquês que escreveu inúmeros contos infantis. Nasceu a 2 de Abril de 1805, em Odense e morreu em 1875 em Copenhaga. Era filho de um sapateiro mas adorava ler e ouvir histórias desde muito novo. Abandonou a escola em 1816, aquando da morte de seu pai. Mostrava aptidão para o teatro e a literatura. Trabalhou como ator e bailarino.
Nas suas histórias procurava transmitir padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela sociedade. Procurava demonstrar que todos os humanos deveriam ter direitos iguais.
Devido à sua contribuição como escritor de contos infantis e juvenis, comemora-se o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil no dia 2 de Abril, dia do seu nascimento.
Escreveu, entre outros, os contos da "Pequena Sereia", "O patinho feio" ou "O soldadinho de chumbo". 
A “Menina dos fósforos” foi um dos contos que escreveu e que faz parte do imaginário de muitas crianças por todo o mundo.

terça-feira, 7 de maio de 2013


A Arte é importante para o desenvolvimento do aluno como pessoa. Favorece o seu desenvolvimento integral e possibilita a expressão livre do pensamento e das emoções. Simultaneamente desenvolve o seu raciocínio com criatividade e imaginação. O aluno ao criar, ao desenhar, ao construir torna-se mais autêntico e livre para fazer suas escolhas.
Relativamente à Educação, ela contribui para a formação do aluno como um cidadão consciente, crítico e participativo, capaz de compreender a realidade em que este vive. É essencial para a criança, ou adolescente enquanto cresce e se desenvolve que este adquira competências de sociabilização. É importante que haja na sua vida espaço para o sonho e para a criação.




Ler é muito importante para o desenvolvimento da criança no seu percurso escolar e na sua vida como cidadão.

LER:
Ø Aumenta o vocabulário, descobre-se novas palavras;
Ø É uma forma de ter acesso a outras informações, de compreender o mundo e a sociedade que nos rodeia;
Ø Amplia os nossos horizontes; descobre-se novas culturas; outras formas de ver o mundo
Ø Solta a nossa imaginação;
Ø Desenvolve hábitos de escrita e de leitura. 




 Agrupamento Vertical de Ponte de Sor

   Língua Portuguesa   6. º Ano

1. Lê o texto com atenção.





Fazia muito frio. Nevava e já era de noite. Era a última noite do ano, a noite de São Silvestre.
No meio deste frio e desta escuridão, uma rapariguinha caminhava sob o nevoeiro com a cabeça descoberta e com os pés descalços pela praceta dos Cavaleiros.
A criança caminhava com os pezinhos descalços, vermelhos de frio. No seu velho avental trazia muitos fósforos e segurava uma caixa deles na mão. Tratou de arranjar um lugar onde passasse muita gente, mas estava muito frio. As pessoas que andavam na rua afastavam-se rapidamente sem parecer ouvir a oferta da criança. Durante todo o dia não vendeu nada e ninguém lhe deu a mais pequena esmola. A pobrezinha, morrendo de fome e de frio, continuava o seu caminho. Flocos de neve caíam sobre os seus longos cabelos loiros que se desenrolavam em caracóis sobre as costas.
Era a última noite do ano e a menina apenas se lembrava que outrora, quando a sua querida avó era viva, festejava-se também em sua casa o São Silvestre. Mas a morte chegara.
Acocorou-se num canto e tinha cada vez mais frio, mas não se atrevia a chegar a casa sem ter vendido um único fósforo, pois sabia que o pai lhe iria bater.
As mãos da pobre criança estavam rígidas. Ah! Como a chama de um fósforo lhe faria bem! Agarrou num. A chama primeiro azul e verde, tornou-se branca e encarnada, projectando uma luz viva e alegre. Foi acendendo outros e aquecendo as suas mãos. Por cada fósforo que acendia, a menina via imagens maravilhosas como um ganso assado a correr para ela, uma mesa cheia de maçãs e ameixas, etc.
Acendeu outro fósforo contra o muro. Uma luz muito clara espalhou-se à sua volta e a menina viu a sua avó sorrindo-lhe com doçura.
-        Avó! – gritou a menina - leva-me contigo! Eu sei que vais desaparecer quando o fósforo se apagar, mas não me deixes aqui.
O fósforo apagou-se e a sua avó desapareceu. Ela acendeu todos os fósforos para voltar a ver a sua avó, mas foi em vão. De repente, a menina olhou para o céu e pareceu-lhe ver cair uma estrela. Foi então que ela pensou: “Há alguém que vai morrer neste momento”. A sua avó dizia-lhe que por cada estrela que caísse subia uma alma para Deus.
A criança cada vez mais gelada decidiu acender os fósforos todos de uma só vez. Os fósforos produziam uma chama tão clara que parecia dia. Apareceu novamente a sua avó grande e bela. Pegou na sua neta pela mão e ambas se elevaram para o alto, muito alto. Nem fome, nem frio, nem angústia! Estavam com Deus.
No dia seguinte, a neve cobria ainda a terra, mas o sol levantou-se brilhante e luminoso num céu azul pálido.
Na rua encontraram a criança com as faces rosadas e um sorriso nos lábios.
Aquele primeiro dia do ano nascera sobre o cadáver da pequenina que estava sentada com os seus fósforos e com algumas caixas vazias.
Hans Christian Andersen -Adaptado
        

         1.1. Localiza a ação:
                        1.1.1. no tempo _____________
                      1.1.2. no espaço -  ___________
            1.2. Qual é o título do texto?
            1.3. O que é que a menina fazia para ganhar dinheiro?
            1.4. Neste dia, qual foi a reacção das pessoas quando passaram por ela?
            1.5. Descreve o tempo que se fazia sentir naquela noite.
1.6. De quem é que a menina se lembrava nesta noite?
1.7. O que acontecia à menina se ela não vendesse os fósforos?
1.8. O que é que ela fez para se aquecer?
1.9. De cada vez que a menina acendia um fósforo, o que é que acontecia?
1.10. O que é que aconteceu, de facto, à menina?

2. Completa o quadro com a caraterização da menina.

cabelos
_____________________________
_____________________________


pés

_____________________________
_____________________________


cabeça

_____________________________
_____________________________


3. Procura no texto um sinónimo de:

            a) andava - ___________________ b) arrefecido - _____________________
            c) subiram - _____________________ d) ansiedade - __________________

4. Procura no texto um antónimo de:

            a) cobertos - __________________          b) aparecer - ________________________
            c) corado -  ____________________        d) acender -  ________________________


Realizou-se na nossa Escola, no passado dia 19 de Abril de 2013, a 8ª edição do Concurso Inter-Art 2013. Contou com a participação entusiástica de vários aluno(a)s, dos 11 aos 16 anos, que se inscreveram no referido concurso, e que puderam dar largas à sua imaginação e criatividade.
Das provas realizadas, constavam um desenho de observação (uma composição com diversos objetos) e um desenho livre (sem tema definido) que seria pintado.
Os três primeiros classificados, serão premiados com a participação de 10 dias (de10 a 20 de Julho de 2013), num Campo de Artes, com tudo pago, em Aiud, na Roménia, na companhia da Coordenadora do projeto, professora Clara Crespo.
A Câmara Municipal de Ponte de Sor, à semelhança de anos anteriores, vai apoiar este evento, assumindo as despesas com as respetivas viagens dos participantes.
Após reunião do Júri que avaliou os trabalhos a concurso, foram apurados nos três primeiros lugares, respetivamente, os seguintes alunos:
- Carolina Isabel Cunha Roça, do 6º B;
- Maria Leonor Valejo Carvalho, do 6º E;
- Pedro Miguel Aguiar Marques, do 6º C.


Desenho de observação (composição com objectos)

Desenhos premiados 


  
1.º lugar

2.º lugar 

3.º lugar

4.º lugar

5.º lugar

6.º lugar